Lovable vs. Dyad: Prototipar Rápido Sem Virar Refém de Créditos
Humberley Cezilio
Adoro a velocidade dos AI builders, mas tem uma armadilha que a gente discutiu bastante: o modelo de créditos. Você protótipa rápido, o cliente ama, e quando vai escalar a conta de créditos te engole. A escolha entre Lovable e Dyad é, no fundo, sobre quem controla o custo.
Lovable — prototipagem rápida e bonita
Pra interface esteticamente impecável em minutos — glow, bordas arredondadas, aquele acabamento que impressiona cliente — o Lovable é excelente. Pra validar uma ideia ou montar uma demo, voa.
O problema aparece no escalonamento: o custo em créditos cresce e pode inviabilizar financeiramente o projeto justamente quando ele dá certo. Você fica refém da plataforma.
Dyad — a escolha do arquiteto
O Dyad (Day.D) é IDE open source que deixa você usar seus próprios tokens via API. Isso muda o jogo: você troca de modelo conforme a tarefa — um modelo barato pra montar UI, um caro pra lógica complexa — e controla o custo marginal de ponta a ponta.
É a opção de quem pensa como arquiteto, não como usuário de plataforma. Flexibilidade total, sem prisão a um sistema de créditos que não é seu.
Prototipou e validou? Ótimo. Mas antes de escalar, faça a conta do custo por usuário/mês. Se a ferramenta cobra crédito por ação, o sucesso do projeto pode virar o seu prejuízo. Controle de custo é decisão de arquitetura, não detalhe.
- 1.Lovable é ótimo para protótipo bonito e rápido.
- 2.Modelo de créditos pode inviabilizar o escalonamento.
- 3.Dyad usa seus tokens via API e devolve o controle do custo.
- 4.Decida controle de custo na arquitetura, não depois.
Café com Lágrimas
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